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Com o mercado prevendo um déficit de mais de 6,0 KBD, alternativas ao brightstock ganharão espaço

Lubgrax, Abril/2016

O mercado de brightstocks enfrenta a diminuição do suprimento de Grupo I. Em seu relatório publicado recentemente, intitulado The Global Business Outlook for Brightstocks [Perspectiva Global Para o Negócio de Brightstocks], a Kline, empresa global de consultoria em gestão e pesquisa de mercado, estima que, mesmo diante de uma alguns pequenos acréscimos à capacidade, o mercado sofrerá um déficit de pelo menos 6,0 KBD até 2025.

Crescimento do mercado de aditivos supera o de lubrificantes acabados

Lubgrax, Abril/2016

O consumo global de aditivos para lubrificantes apresentou crescimento moderado em 2015, com um aumento estimado de 1,0% em relação a 2014. Até 2019 o mercado de aditivos para lubrificantes deve crescer 1,6% ao ano, impulsionado pelo forte crescimento em regiões como Ásia-Pacífico, África, Oriente Médio e parte da América do Sul, de acordo com o relatório Global Lubricant Additives: Market Analysis and Opportunities [Mercado global de aditivos para lubrificantes: análise e oportunidades], publicado recentemente pela Kline, empresa global de consultoria em gestão e pesquisa de mercado.

A indústria global de ceras experimentará escassez no futuro

Lubgrax, Março/2016

Enquanto projeta-se que a demanda global de ceras irá crescer a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 1,5% até 2019, o crescimento da oferta será muito mais lento, com um CAGR de 0,4%. Apesar do forte crescimento na oferta de ceras sintéticas e naturais, a oferta de ceras, negativamente impactada pela drástica redução na oferta de ceras de petróleo, não será suficiente para atender ao aumento da demanda, como constatamos no nosso mais recente relatório  Global Wax Industry: Market Analysis and Opportunities (Indústria global de ceras: Análise de mercado e oportunidades).

É o Velho Continente Alterando suas maneiras velhas, e como isso afeta a Indústria de Basestock de Lubrificantes?

Lubgrax, Março/2016

A economia mundial cresceu 2,4% em 2015, de acordo com a Economist Intelligence Unit. Os mercados emergentes como China, Índia, Brasil, Rússia e África do Sul, que impulsionando o crescimento econômico global desde a recessão de 2009, foram perdendo força desde meados de 2014, em contraste com as economias desenvolvidas, que aceleraram em 2015.

Mercado de lubrificantes acabados na China – Oportunidades e desafios

Lubgrax, Março/2016

A desaceleração e reorientação da economia chinesa têm implicações significativas para o mercado de lubrificantes na China, bem como para o mercado global em geral (China é o segundo maior mercado de lubrificantes acabado do mundo). Os esforços para melhorar a qualidade do ar na China vão acelerar o uso de lubrificantes de alto desempenho, enquanto o crescimento da demanda em outros segmentos vai diminuir.

South American Finished Lubricants Markets

ICIS 2015

Sérgio Rebêlo, Diretor Factor-Kline

Foco obsessivo no cliente, única alternativa para os postos lubrificantes recuperarem o terreno no negócio de troca de óleo no Brasil

Revista Combustíveis & Conveniência, Ano 13, Fevereiro 2015, Nº 135, pág. 12-17

No passado, os serviços de troca de óleo e venda de lubrificantes eram tradicionalmente um dos pontos altos dos postos de combustíveis. No entanto, com a renovação da frota e também com a evolução dos lubrificantes, o setor foi, aos poucos, perdendo espaço para concessionárias e outros serviços especializados em lubrificação.

Em entrevista para a Revista Combustíveis & Conveniência (FECOMBUSTÍVEIS), o Diretor da Factor-Kline ,Sérgio Rebelo, aborda esse tema e aponta caminhos para que os postos voltem a ocupar um lugar de destaque entre os canais de venda de lubrificantes automotivos .

O cenário mundial de lubrificantes

Revista Lubgrax, Edição 37, pág. 24-29, 2015

Em visita a clientes brasileiros, em novembro último, Geeta S. Agashe, Vice Presidente da Kline no segmento de energia e Sérgio Rebêlo, Diretor da empresa na América do Sul, concederam uma entrevista exclusiva a Revista Lubgrax, onde abordaram a situação atual e tendências do mercado mundial de lubrificantes acabados.

O Brasil é o principal mercado de ceras na América do Sul, mas as perspectivas não são animadoras (2014)

Elaine Gerchon e Danilo de Paula

Revista Lubgrax, Edição 34, pág. 42, 2014

Sendo um subproduto do refino de óleos básicos, as ceras e parafinas fazem parte do dia a dia da indústria de lubrificantes. Cerca de três quartos de todas as ceras e parafinas consumidas mundialmente são provenientes de petróleo. Este produto, porém, vem enfrentando crescente concorrência de outros tipos de cera, principalmente sintéticas e vegetais, que crescem a um ritmo forte para atender a demanda mundial, ao mesmo tempo em que o suprimento de ceras de origem mineral diminui, seguindo a tendência global de queda da produção de óleos básicos Grupo I, que por terem maior teor de parafina, são mais bem utilizados na produção de ceras.

Desafios e oportunidades no mercado de lubrificantes

Revista Lubgrax, Edição 33, pág. 30-32, 2014

“O mercado crescerá menos, a competição está muito mais feroz e existe importante pressão de custos de matérias-primas, além de embalagens, puxadas por altas no preço do petróleo e um câmbio mais desvalorizado” (Sérgio Rebêlo).5

Leia na integra a entrevista exclusiva de Sérgio Rebêlo, sócio-diretor da Factor-Kline para a revista Lubgrax sobre os desafios e oportunidades do mercado de lubrificantes no Brasil e entenda como aproveitar o momento difícil para crescer.

Tendências Macroeconômicas e outras que deverão impactar o setor de energia em nível global (e local)

Sérgio Rebêlo , Managing Director Factor /The Kline Group Latin America

Os fornecedores de energia e de commodities enfrentam uma década de mudança e de incertezas talvez inéditas na história recente. Essas tendências incluem uma crescente demanda por energia e por commodities, principalmente em economias de países em desenvolvimento (Ásia principalmente); a mudança do fornecimento de petróleo, gás natural e outros para lugares mais distantes dos principais centros de consumo (e em alguns casos instáveis geopoliticamente); uma crescente preocupação com os efeitos ambientais da produção e do consumo de energia e afins; e uma necessidade crescente de grandes investimentos de capital num momento de grande incerteza.

Cristalografia: O Preço do Petróleo, a Longo Prazo

Ian Moncrieff

Parece que foi ontem que os principais determinantes do preço do petróleo bruto nos mercados mundiais eram os custos dos impostos do campo de Burgan, no Kuwait, e os custos de produção alocados pela Texas Railroad Commission. Há cinqüenta anos, o petróleo bruto era tão abundante que a British Petroleum, então detentora de metade da concessão no Kuwait e indubitavelmente a maior produtora de petróleo do mundo, vendeu mais de meio milhão de barris diários (B/D) de sua cota na produção à sua sócia, a Gulf Oil, pelo preço de excedente de produção, a um oitavo do custo contábil de produção (na época, cerca de 80 centavos/Bbl) e o preço oficial de venda de US$1,75. Logo em seguida, a Gulf Oil revendeu a maior parte desse petróleo, obtendo maior lucro, e ninguém pareceu se importar. O mundo nadava em petróleo. Internamente, oferta era tão abundante que, em 1958, os poços de petróleo do Texas somente foram autorizados a extrair o produto durante 97 dias.